O Podemos formalizou por aclamação, em convenção nacional do partido neste sábado em Curitiba, a candidatura do senador Alvaro Dias ao Palácio do Planalto.

Os convencionais aprovaram também o companheiro de chapa, Paulo Rabello de Castro, do PSC, que chegou a ser oficializado como candidato à Presdiência da República pela sua legenda no dia 20 de julho.

O PSC mudou sua posição e decidiu na última quarta-feira pela coligação com o Podemos, em reunião de sua Executiva Nacional.

Além do PSC, a candidatura de Alvaro também conta com o apoio do PRP e do PTC, que lançou a pré-candidatura do senador e ex-presidente Fernando Collor (AL), mas desistiu da empreitada, agregando mais tempo de TV ao presidenciável do Podemos, que deve passar de um minuto, segundo sua assessoria.

O candidato chegou a ser considerado pelo PSDB, partido do qual já foi filiado, para compor a chapa de Geraldo Alckmin. Dias tem melhor resultado em pesquisas do que Alckmin no Sul e poderia ajudar o tucano a retomar um espaço que perdeu na região.

Ainda no início da pré-campanha, o candidato já considerava improváveis alianças com o PSDB e o MDB.

Dias vem defendendo, como bandeira de campanha, uma “refundação da República”, e evita se enquadrar como representante da direita, centro-direita ou centro-esquerda.

Para o candidato, “é para frente que se caminha”, e há propostas em sua plataforma dos dois lados da moeda.

Ao mesmo tempo que defende um Estado menor, afirma que não é possível abrir mão de programas sociais. Admite como inevitável a privatização de empresas específicas, mas exclui a Petrobras dessa possibilidade.

Para o presidenciável, é necessária a simplificação tributária caminhando para a unificação e a progressividade do sistema, tributando menos no consumo e mais na receita.(MSN)

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